Rice
Maior Festival Internacional Gratuito de Música Clássica do Brasil
Direção Geral
David Chew
• 50 apresentações durante 2 semanas sempre em Agosto
• Público de 20.000 pessoas
• Divulgação em rádio, TV, mídia social e imprensa internacional.
• Participação de 400 músicos internacionais e nacionais.
• 100 horas Masterclasses e Oficinas Gratuitos.
Apresentações
Rio de Janeiro:
Copacabana Palace Hotel
Sala Cecília Meireles, Theatro Municipal do RJ,
Espaço SESC, SESC Barra Mansa, Igreja da
Candelária, Teatro Carlos Gomes, Metrô-Rio
(pocket), entre outros.
Búzios:
Praça Santos Dumont
São Paulo:
Conservatório de Tatuí, SESC Santana
Brasília:
Embaixada Brasília, Teatro Nacional
Masterclasses gratuitos
Antônio Menezes, Madame Tortelier, Collin Carr, Bernard Greenhouse
Cello Dance
Theatro Municipal do Rio de Janeiro e Niterói,
Raça Cia. de Dança, Carmen Luz, Bettina
Dalcanale, Richard Cragun, De Anima, Paula
Águas.
Eventos
.
• Celebração da Música Clássica pelo violoncelo
• Reúne artistas, estudantes e profissionais do Brasil e do Mundo.
• Homenagem aos mestres da música brasileira como:
Villa Lobos, Guerra Peixe, Tom Jobim, Pixinguinha, Milton Nascimento, Wagner Tiso, Nana Caymmi, Elza Soares.
• Formação de platéia e acesso democrático através da gratuidade.
• Responsabilidade Social através da Arte.
Objetivos do Festival
Este ano iremos celebrar importantes datas de compositores como Britain\'s William Boyce 1711 - 1783. Franz Liszt 1811-1886, Anton Arensky 1861-1906, Gustav Mahler 1860-1911, Nino Rota 1911-1979, Louis Couperin 1626-1661, e Percy Grainger 1882-1961.
• Nomes da música clássica como: Heifetz, Rubinstein e Piatigorsky serão homenageados por músicos residentes do Festival como Gerald Robbins (Rubinstein), Haroutune Bedelian (Heifetz) e o violoncelista Evan Drachman, neto do grande violoncelista russo Gregor Piatigorsky (1903-1976).
• Convidados especiais: Milton Nascimento, Wagner Tiso, Mauro Senise, Victor Biglione, Umberto Clerici, Quarteto Rastrelli.
• Música no cinema homenageando 100 anos de Nino Rota.
• Eco Cello - Comemoração dos 150 anos da primeira árvore replantada na floresta da Tijuca por Dom Pedro II.
• Cello Tinta - artistas plásticos e urbanos pintando juntamente com einspirados por músicos famosos.
• RICE nas comunidades - Intercâmbio em projetos sociais no RJ e SP.
• Cello Dance - Dança brasileira ao som do violoncelo.
Sobre o festival – A idéia de organizar o primeiro festival de violoncelos gratuito do mundo surgiu em 1994, quando o inglês David Chew, naquela época já residente no Brasil, tomou conhecimento da história vivida por seu colega de instrumento Vedran Smailovic. Integrante da Orquestra da Ópera de Sarajevo, ele testemunhou a morte de 22 pessoas vítimas de uma explosão durante a guerra na Bósnia e decidiu usar sua música em prol da paz, tocando nas ruas de Sarajevo, durante 22 dias seguidos, em homenagem aos mortos.
Com o objetivo de promover a integração social no Rio de Janeiro usando a música, e o violoncelo como principal instrumento, Chew localizou o músico e fez o convite para que viesse se apresentar no Brasil. Aos dois juntaram-se mais alguns colegas de orquestras estrangeiras e, em 1995, estava criada a primeira edição do RICE, uma homenagem de Chew ao maestro carioca Heitor Villa-Lobos, que escreveu para o violoncelo algumas de suas melhores composições e cuja obra atraiu o violoncelista inglês para o Brasil, em 1981.
Embora tenha sido criado inicialmente como um encontro de violoncelistas de todo o mundo, o festival recebe hoje virtuoses em outros instrumentos como piano, violino, flauta, saxofone e violão. Entre os grandes nomes que abrilhantaram as edições anteriores estão os violoncelistas Bernard Greenhouse, fundador do Trio Beaux Arts e o músico que encomendou a Villa-Lobos as Bachianas Brasileiras; Madame Maude Tortelier, viúva do lendário mestre francês Paul Tortelier; Nataniel Rosen, primeiro norte-americano a vencer o concerto Tchaikovsky, em Moscou, ainda na época da Guerra Fria; Hay-ye Ni, principal violoncelista da Filarmônica de Nova York; o jovem Mark Kosower, professor do Conservatório de São Francisco, na Califórnia; e o brasileiro Jacques Morelembaum, arranjador brilhante e destaque internacional por suas atuações com Tom Jobim, Caetano Veloso e Ryiuchi Sakamoto.
Desde sua primeira edição, em 1995, o encontro já realizou mais de 500 concertos e mil horas de master classes, reunindo cerca de 3 mil músicos, 250 estudantes e jovens músicos e um público estimado em mais de 100 mil pessoas.
